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11 de mar. de 2011

SONETO DA LIBERDADE



Eu lambi minhas feridas e zelei por toda a noite. Agora que o sol chegou, me deixe sair.
Eu sou livre e é hora de correr pro mar.
Um soneto, para brindar o amadurecimento. 


SONETO DA LIBERDADE

Já não há nem um não nesta história
um porque ou um certo e errado.
Me despeço do limbo ou da glória
pra fazer o que for de pecado.

Ser avesso ao avesso do mundo
E viver tudo em intensidade.
Quero azar, quero troco, o profundo,
poder ir contra toda a verdade.

E que morram os ditos e os fatos
se de mim faz-se a insanidade
o que é certo ou errado? um boato

Eu me entrego a essas disparidades
do agora ou depois, do contido
A deixar-me morrer de vontades.

13 de fev. de 2008

O Parque

O jeito mais simples de dizer como sou.


O PARQUE

Amo a liberdade, sou livre por vocação.

Me entrego às sensações, sou da cor, do sabor, do movimento.
Vivo intensamente porque sou simples, gosto do que é natural.
Acredito em Deus, rezo e tenho fé.

Acho que não sei ser gente grande, por isso adoro um faz de conta.
Gosto de provar do mundo e provar ao mundo.
Sou assim, diferentemente normal.

Tenho um jeito só meu; maluquinho, como dizem.
Se quero beijar, beijo, se quero sair, saio.
Não minto para meu coração e por isso odeio padrões e regras.
Quero a vida como eu quero e dela sou atriz principal.
Isso assusta as pessoas que não entendem que meu mundo cabe num segundo.
É explosivo, apaixonante, efêmero.

Um parque de diversões gigante, que cabe em 1,61m.